terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O protagonismo não pode parar....

Olá pessoal, tudo bem com vocês?



          Bom ficamos sem postar por algum tempo devido a correria de entrega do projeto, mas enfim entregamos a primeira parte, afinal o projeto continua no próximo ano, e pedimos a imensa colaboração de vocês e agradecemos a todos que colaboraram até esse momento para o projeto estar sendo realizado, temos muitos planos para o ano que vem, algumas mudanças, mas o trio continua o mesmo.

              O ano que vem será um ano para se falar de juventude, de protagonismo jovem, será nossa era de fazer acontecer assim como muitos fizeram antes de nós, nesse período que estaremos de ferias ( Dezembro a Fevereiro) vamos nos reunir para conversar e fazer novos planejamentos para o projeto.

            Realizamos um questionário em nossa escola onde jovens do primeiro ao ultimo ano do ensino médio responderam questões referentes a politica, em breve vamos publicar alguns dos resultados e questionar você leitor sobre a analise que obtivemos.

                A partir de hoje, vamos fazer algumas publicações referente ao mensalão,sobre o que se trata, como funciona e mais alguns instrumentos relacionados a politica, vamos publicas também fatos políticos da historia onde o jovem teve um importante papel na tomada de decisões. 

                 E mais, estamos criando mais canais de comunicação para que possam interagir melhor conosco, em breve teremos uma pagina no Facebook e no Twiiter, E-mail, Skype, alem claro de manter o Blog.
                  
                    Obrigado por nos acompanhar até aqui ! 
Enquanto isso seguimos firmes na caminhada !








domingo, 11 de novembro de 2012

Fichamento 4: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação


Tipo: Manual da 2ª Conferência Nacional de Juventude
Assunto / tema: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação
Referência bibliográfica: BARBOSA, Luísa; ABRAMO, Helena. 2ª Conferência Nacional da Juventude: Conquistar direitos, desenvolver o Brasil! Eixo 1. Direito ao desenvolvimento integral 1.1: Brasília, Movimento, 2011. 10, 11 e 12 p.
O termo política que geralmente considerado ridículo, garante o desenvolvimento integral da juventude, com acesso a educação de qualidade, trabalho, cultura e comunicação com dimensões fundamentais para essa população.
Relacionadas diretamente com processos de formação, experiência, construção de trajetórias e projetos de vida, expressão, manifestação e participação geral na vida social e econômica.
A juventude passa a maior parte do tempo em área escolar, se qualificando desde o ensino fundamental até o ensino superior. Essas qualificações não servem somente para educação e experiência em vida escolar, trata-se de uma maneira estratégica para definir rumos de todo o país das próximas décadas.
 A maior parte dos jovens atualmente são classificados como analfabetos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Entretanto, já possui a coordenação de políticas gerenciadas para tratamento de alfabetização com os cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Citações:
Página:
“A escola, além de um centro de formação humana, cidadã e profissional, é um espaço privilegiado de socialização dos jovens, de desenvolvimento de suas aptidões e sonhos”.
10
“Na última década, o Brasil colocou a universalização do acesso à educação básica como prioridade máxima da política educacional. Porém, persistem ainda graves problemas quanto ao financiamento, à qualidade do ensino, disparidades regionais, índices significativos de adesão escolar e analfabetismo entre a juventude”.
11
“Para além do acesso e alfabetização, o desafio que se coloca é qualificar a permanência da juventude no ambiente escolar”.
11
Local: Manual retirado pelo diretor da PPJ (Políticas Públicas de Juventude)
Karina Borba de Araújo

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Fichamento 3: Conselho Municipal de Juventude, Americana SP


 Site
Conselho Municipal de Juventude de Americana SP
Referência bibliográfica:

SITE DA PREFEITURA DE AMERICANA – GUIA JUVENTUDE.
<devel.americana.sp.gov.br/americanaV5/site_juventude.php?a=institucional_cmj>.

FERNANDES, Crislaine. Coordenadora de Comunicação do CMJ

A criação da Coordenadoria de Programas para a Juventude dentro da administração pública estadual surgiu da constatação da necessidade de uma análise destacada desta faixa etária e a conseqüente definição de prioridades e abordagens específicas na condução das políticas públicas voltadas a este segmento.
A Coordenadoria fez, desde sua criação até 2006, parte da Secretaria da Juventude, Esportes e Lazer especialmente voltada para a pratica esportiva e o lazer da juventude.
Na atual gestão do governo (2011 – 2014), a Coordenadoria da Juventude integra a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo para promover as mais diversas políticas públicas, atendendo as especificidades deste público específico, tanto nas suas características e potencialidades como nas suas necessidades.
Faz-se necessário ressaltar que focamos um público estrategicamente muito importante em um cenário de mobilização social, desenvolvimento e mudança – pois quem tem entre 15 e 29 anos está assumindo responsabilidades de vida, escolhendo caminhos, e contribuindo para os rumos sociais e políticos de São Paulo. Esta Coordenadoria age no sentido de facilitar que todas as políticas públicas necessárias ao pleno desenvolvimento dessa juventude paulista que corresponde a 10,2 milhões de pessoas num universo de 41,7 milhões de habitantes do Estado, sejam integradas, saudáveis e eficazes.



Autor: Felipe Rodrigues

Tirinhas Políticas 3:


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Tirinhas Políticas 2 : A política está em tudo...


Tirinhas Políticas 1 : Censo 2012


Eleições Parte II :O voto nulo é capaz de interferir nos rumos de uma eleição?



Em nosso regime democrático, vários partidos políticos exercem o direito de oferecer a seus candidatos a disputa eleitoral. Em contrapartida, cabe aos cidadãos avaliarem e escolherem quais seriam os candidatos mais adequados aos seus interesses e anseios. Mediante a ampla variedade de opções, chegamos à conclusão de que vivemos em um regime político dotado de amplas liberdades, onde o cidadão tem acesso a todo tipo de discurso e proposta.

Contudo, quando nos lembramos do quão grave é o problema da corrupção entre os nossos representantes, acabamos por enfrentar um dilema. Afinal, qual seria o sentido de ser perder tempo avaliando e escolhendo um candidato que, mais cedo ou mais tarde, seria denunciado (ou não!) pela participação em algum esquema de corrupção ou no desvio de verbas públicas? É mediante esse questionamento que vários eleitores acabam fazendo opção pelo voto nulo.

Ultimamente, correram vários boatos de que o voto nulo seria capaz de invalidar todo um processo eleitoral. No caso, se mais da metade dos eleitores votassem nulo, deveria acontecer um novo processo eleitoral formado por outros candidatos. A premissa dessa hipótese se assenta no artigo 224 do Código Eleitoral, que diz que “se a nulidade atingir mais da metade dos votos do país nas eleições, (...) o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias".

Para muitos, esse artigo faz com que o voto nulo se transforme não só em uma arma de protesto, mas também em uma forma de se alterar a configuração do cenário eleitoral. Entretanto, de acordo com uma recente interpretação do TSE, essa nulidade só invalida as eleições quando os votos são anulados por causa de alguma fraude que determine sua desconsideração. Por tanto, se mais de cinquenta por cento dos votos dos cidadãos optam pelo voto nulo, prevalece a escolha daqueles que votaram em algum candidato.

Dessa forma, quando um cidadão vota nulo, ele acaba abrindo brecha para que um candidato ruim acabe vencendo a eleição com um número menor de votos necessários. Assim, acaba sendo preferível depositar suas esperanças em candidato ou legenda que sejam parcialmente satisfatórios do que facilitar a vida de um candidato com perfil questionável. No final das contas, a opção pelo voto nulo acaba se transformando em um ato de passividade mediante o cenário político vigente.

Ainda assim, existem aqueles que persistem em votar nulo por outras razões de ordem ideológica. Os anarquistas, por exemplo, optam pelo voto nulo por não reconhecerem a necessidade de autoridades e políticos capazes de interferirem na vida em sociedade. Dessa forma, expressam o seu repúdio ao Estado, às leis e governantes indicando que não se interessam naquilo que eles têm a oferecer. Certos ou errados, a atitude dos anarquistas também prova outra faceta de nossa democracia: a não escolha. 

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola


http://www.brasilescola.com/politica/votar-nulo-funciona.htm

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Eleições 2012 - Parte 1

Já sabe em quem votar nas eleições desse ano?

Conheça um pouco mais sobre o perfil dos candidatos em : 

http://eleicao2012.vetorti.com/






Nesse link você encontra os candidatos da sua cidade.... e ainda conhece um pouco mais sobre eles...


Entre já e saiba quem escolher para governar a sua cidade pelos próximos 4 anos...


sábado, 28 de julho de 2012

Milésima Visualização !


Marcos da Política Nacional de Juventude


Marcos da Política Nacional de Juventude


O papel da juventude é cada vez mais reconhecido como de fundamental importância ao processo de desenvolvimento de qualquer país do mundo.  A Organização das Nações Unidas deu exemplo disso ao eleger o ano de 2010 como o Ano Internacional da Juventude, com o objetivo de encorajar o diálogo e a compreensão entre gerações e estimular os jovens a promover o progresso com ênfase nas Metas do Desenvolvimento do Milênio.  Para mostrar os avanços da agenda juvenil, no Brasil e no mundo, relacionamos alguns fatos que marcaram a Política Nacional de Juventude desde a sua criação, em 2005.

  • 2005 – Lançamento do Projovem
  • 2007 – Lançamento do Projovem Integrado
  • 2007 – Brasil sedia 1ª Reunião Especializada da Juventude do Mercosul no RJ
  • 2008 – 1ª Conferência Nacional de Juventude
  • 2008 – 1º Pacto pela Juventude
  • 2008 – Brasil sedia 4ª sessão da Reunião Especializada da Juventude do Mercosul
  • 2009 – Brasil sedia 2º Encontro de Parlamentares Ibero-Americanos de Juventude
  • 2010 – Brasil assume presidência da  Reunião Especializada da Juventude do Mercosul – REJ
  • 2010 – 2º Pacto pela Juventude
  • 2010 – Aprovada a PEC da Juventude
  • 2010 – Ano Internacional da Juventude
  • 2010 – Brasil sedia Pré-Conferência das Américas e Caribe
  • 2010 – 1ª Conferência Mundial de Juventude realizada no México
  • 2010 – 1ª Mostra do Projovem Urbano
  • 2010 – Brasil passa a integrar a OIJ
  • 2010 - Brasil assume vice-presidência da OIJ na 15ª Conferência Ibero-Americana de Ministros e Responsáveis de Juventude
  • 2011 - Encontro de Alto Nível da ONU sobre a Juventude em Nova Iorque
  • 2011 -  Aprovação do Estatuto da Juventude pela Câmara Federal
  • 2011 -  2ª Conferência Nacional de juventude.





    Disponivel em :  http://www.juventude.gov.br/marcos/view




domingo, 15 de julho de 2012

Tirinhas Politicas : Qual é o brasil que vivemos?


Fichamento 1: Vozes Jovens

Autora: Aline Marchetto;


Tipo: Livro - “Juventude: tempo presente ou tempo futuro?”.*
Assunto / tema: Integração dos jovens na política nacional.
Referência bibliográfica: capítulo 2 - “VOZES JOVENS. Uma politica nacional de juventude com voz e participação de jovens no Brasil”.
Resumo / conteúdo de interesse:
          *O “Vozes Jovens”, que tem como objetivo colaborar com a instituição financeira no trabalho de assistência estratégica ao Brasil, é um complemento do processo que o governo federal adquiriu para integrar os jovens na formulação de politicas de desenvolvimento.
       *Os jovens participantes, por inciativa própria, foram conversar com os líderes de diferentes setores do governo brasileiro, congresso nacional, partidos políticos, organizações da sociedade civil e o setor privado. Fazendo isso foi criado a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) que coordena, em vários níveis do governo, as políticas da juventude.
       *A política nacional de juventude precisa harmonizar interesses sociais e políticos diferentes.
             *Contudo, os jovens introduzem uma nova maneira de negociar, uma diferente lingua-gem, novos métodos de organização e diferentes formas de apresentar casos e resultados, e isso precisa ser incorporado nos processos de elaboração de políticas.
              *Agora os jovens do Brasil estão sendo integrados á política, havendo estabelecimento de prioridades, e mais reconhecimento da diversidade de necessidades.

Citações:
Página: 41/42
1 – “Vozes Jovens foi fundamental para contribuir para o diálogo lançado pela presidência para ‘empoderar’ a juventude brasileira e que resultou em ações como o surgimento, em dois anos de mandato do presidente Lula, do Projovem, do Conselho Nacional de Juventude e da Secretaria Nacional de Juventude”- diz Luiz Dulci, ministro da Secretaria-Geral da presidência da república, a qual a SNJ está vinculada.
2 – “Fomos capazes de formar nossa própria Rede Nacional de Juventude (Renaju) que está representada no Conselho. Vozes Jovens oferece aos jovens líderes a oportunidade de sentar no Conselho e colaborar com a construção de políticas de juventude de que o Brasil necessita” - diz Josbertini Clementino, jovem líder membro do Conjuve.



Observação:
Local:



Livro doado pelo CONJUVE : http://www.juventude.gov.br/conjuve/

Fichamentos: A explicação...


Boa noite a todos, 

A partir de hoje vamos começar a publicar também as nossas pesquisas que iremos realizar durante a produção do projeto, os professores da ETec Polivalente de Americana desenvolveram um modelo para que possamos fazer nossos fichamentos em um modelo padrão.


Todos do grupo fazem esses fichamentos e regularmente iremos publicá-los, mantenha-se sempre atento as atualizações do blog.


Não fique de fora a juventude tem que ir a luta!.




                     



"A juventude unida clama noite e dia em busca de direitos!"

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Resoluções da Segunda Conferencia Nacional de Juventude




Educação


Ensino Médio


1.1.49 Ampliar o ensino integral e fazer reforma curricular, incluindo cultura e esportes como meios de formação cidadã, com a participação de gestores, professores, servidores, estudantes, família e comunidade escolar, considerando a efetivação da educação pública, gratuita e de qualidade.
1.1.50 Reestruturar  o currículo de ensino médio, de modo a torná-lo mais adequado às demandas e necessidades formativas da juventude brasileira e capaz de promover formação para a vida e para a cidadania dos jovens - vista como exercício presente e projeção futura.
1.1.51  Construir um programa curricular que garante tanto situações de reflexão e de análise da realidade, quanto atividades capazes de mobilizar os jovens a interferir nos processos culturais, políticos e  sociais de sua realidade.
1.1.58 Implantar laboratórios de informática, de qualidade nas escolas públicas de nível médio.
1.1.59 Contemplar orientação vocacional no último ano do Ensino Médio.
1.1.60 Destinar recursos que incentivam a produção científica desde o Ensino Médio.
1.1.61 Garantir aos alunos do ensino médio os conteúdos relacionados ao ENEM e anulação da aprovação automática.
1.1.62  Implantar políticas como o ProJovem, transporte e merenda escolar para o ensino médio.
1.1.70 Garantir à comunidade jovem a utilização das estruturas das escolas nos finais de semana para atividades escolares (laboratórios de informática, ginásios poliesportivos, etc.).
1.1.72 Criar e enriquecer os acervos das bibliotecas públicas escolares mantendo-os atualizados.
1.1.73 Implementar, nas escolas, espaços para artes, vídeo-salas, teatro e salas específicas para a realização de oficinas, bem como garantir o uso apropriado de cada um destes ambientes para a sua finalidade.
1.1.74 Efetivar passe-livre estudantil e a ampliação do passe-livre para acesso à cultura e outras atividades complementares.
1.1.79 Contemplar as especificidades regionais para garantir a ampliação das políticas de permanência na escola.

Trabalho

Para efetivar direitos da Juventude, Políticas Públicas de Trabalho

1.2.2 Implementar um Plano Nacional de Emprego  e Trabalho Decente para a juventude, garantindo empregos de qualidade, remuneração digna, igualdade para os(as) trabalhadores(as) jovens,  combatendo também a terceirização e precarização do trabalho. 
1.2.3 Garantir o trabalho decente e formal de acordo como as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT)  e demais órgãos competentes dos  Estados, para uma melhor fiscalização e supervisão, aumentando assim a qualidade do trabalhador jovem para o mercado

Aprendizes e Estagiários


1.2.13 Avaliar as orientações e as recentes mudanças na Lei de Aprendizagem e na Lei dos Estagiários, propondo novos aperfeiçoamentos.
1.2.14 Ampliar o incentivo fiscal para empresas privadas, possibilitando a ampliação do número total de vagas destinadas a estagiários.
1.2.15 Criar um projeto de orientação vocacional através de estagiários em diversas áreas do conhecimento.

Estágios, primeiro emprego e  inserção no mercado de trabalho


1.2.49 Garantir um percentual de 60% de efetivação de jovens trabalhadores após   o período   de estágio.
1.2.53 Criar e ampliar os incentivos fiscais para as empresas que destinarem parte de suas vagas aos jovens aprendizes e jovens sem experiência profissional, possibilitando assim a contratação de uma maior parcela da juventude local (Lei do 1º Emprego destina uma reserva de 20% de vagas de emprego para jovens).


Enfim, estes são apenas alguns direitos escritos no livro base da 2ª Conferência juvenil.
mais informações em : 
http://www.juventude.gov.br/conferencia/resolucoes-finais

Vamos a luta juventude!!!

A nossa pergunta é:


 "Para que serve a política PARA os jovens?" 




           Não é fácil responder, porém, a cada ano que passa, olhamos para os nossos arredores e achamos guerra, ódio e desentendimento entre os políticos. Quem é que está interessado nisto, né? Já que atualmente só pensamos no nosso bem, em nosso lazer, e os outros que se fo...!

         Porém, nem tudo está perdido. NÓS jovens temos que dominar esta situação para que ela não fuja do nosso controle futuramente.

           E hoje, temos recursos a mil para influenciar os jovens, só basta procurarmos um pouco. (E aí está mais um motivo para os jovens não se interessarem, procurar algo, já que nascemos sendo acostumados a ter tudo na mão, na hora que quiser, mas isso um dia acaba!).

           Na questão do "para que serve...", podemos dizer que não serve para "nada", já que ninguém divulga os direitos que estão POSTOS na legislação da juventude. (Eu postarei já já alguns direitos, que pouquíssimos sabem.) Para quem não sabe, já tivemos a 1ª e a 2ª Conferência Nacional de Juventude e nestes dois eventos, foram debatidos vários direitos e deveres dos jovens...
 Vamos a luta jovens, não vamos ficar parados, temos muito que fazer para ter  "Um Brasil Melhor"!.



Não adianta ser jovem e não querer lutar,
Não adianta ser jovem e não abusar,
E não adiantará de nada se não criarmos responsabilidades!





segunda-feira, 11 de junho de 2012

Politicas Publicas de Juventude: Boas Vindas !!!


Tipo: Manual da 2ª Conferência Nacional de Juventude
Assunto / tema: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação
Referência bibliográfica: BARBOSA, Luísa; ABRAMO, Helena. 2ª Conferência Nacional da Juventude: Conquistar direitos, desenvolver o Brasil! Eixo 1. Direito ao desenvolvimento integral 1.1: Brasília, Movimento, 2011. 10, 11 e 12 p.
O termo política que geralmente considerado ridículo, garante o desenvolvimento integral da juventude, com acesso a educação de qualidade, trabalho, cultura e comunicação com dimensões fundamentais para essa população.
Relacionadas diretamente com processos de formação, experiência, construção de trajetórias e projetos de vida, expressão, manifestação e participação geral na vida social e econômica.
A juventude passa a maior parte do tempo em área escolar, se qualificando desde o ensino fundamental até o ensino superior. Essas qualificações não servem somente para educação e experiência em vida escolar, trata-se de uma maneira estratégica para definir rumos de todo o país das próximas décadas.
 A maior parte dos jovens atualmente são classificados como analfabetos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Entretanto, já possui a coordenação de políticas gerenciadas para tratamento de alfabetização com os cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Citações:
Página:
“A escola, além de um centro de formação humana, cidadã e profissional, é um espaço privilegiado de socialização dos jovens, de desenvolvimento de suas aptidões e sonhos”.
10
“Na última década, o Brasil colocou a universalização do acesso à educação básica como prioridade máxima da política educacional. Porém, persistem ainda graves problemas quanto ao financiamento, à qualidade do ensino, disparidades regionais, índices significativos de adesão escolar e analfabetismo entre a juventude”.
11
“Para além do acesso e alfabetização, o desafio que se coloca é qualificar a permanência da juventude no ambiente escolar”.
11
Local: Manual retirado pelo diretor da PPJ (Políticas Públicas de Juventude)
Autor: Karina Borba de Araújo