sexta-feira, 16 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Fichamento 4: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação
Tipo: Manual da 2ª Conferência Nacional de Juventude
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Assunto / tema: Direito ao desenvolvimento integral
/ Juventude e Educação
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Referência bibliográfica: BARBOSA, Luísa; ABRAMO,
Helena. 2ª Conferência Nacional da Juventude: Conquistar direitos, desenvolver
o Brasil! Eixo 1. Direito ao desenvolvimento integral 1.1: Brasília,
Movimento, 2011. 10, 11 e 12 p.
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O termo política que geralmente considerado ridículo,
garante o desenvolvimento integral da juventude, com acesso a educação de
qualidade, trabalho, cultura e comunicação com dimensões fundamentais para
essa população.
Relacionadas diretamente com processos de formação,
experiência, construção de trajetórias e projetos de vida, expressão,
manifestação e participação geral na vida social e econômica.
A juventude passa a maior parte do tempo em área
escolar, se qualificando desde o ensino fundamental até o ensino superior.
Essas qualificações não servem somente para educação e experiência em vida
escolar, trata-se de uma maneira estratégica para definir rumos de todo o
país das próximas décadas.
A maior parte
dos jovens atualmente são classificados como analfabetos pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Entretanto, já possui a coordenação de
políticas gerenciadas para tratamento de alfabetização com os cursos de
Educação de Jovens e Adultos (EJA).
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Citações:
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Página:
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“A escola, além de um centro de formação humana,
cidadã e profissional, é um espaço privilegiado de socialização dos jovens,
de desenvolvimento de suas aptidões e sonhos”.
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“Na última
década, o Brasil colocou a universalização do acesso à educação básica como
prioridade máxima da política educacional. Porém, persistem ainda graves problemas
quanto ao financiamento, à qualidade do ensino, disparidades regionais,
índices significativos de adesão escolar e analfabetismo entre a juventude”.
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“Para além do
acesso e alfabetização, o desafio que se coloca é qualificar a permanência da
juventude no ambiente escolar”.
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Local: Manual
retirado pelo diretor da PPJ (Políticas Públicas de Juventude)
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Karina
Borba de Araújo
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Fichamento 3: Conselho Municipal de Juventude, Americana SP
Site
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Conselho
Municipal de Juventude de Americana SP
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Referência
bibliográfica:
SITE DA PREFEITURA
DE AMERICANA – GUIA JUVENTUDE.
<devel.americana.sp.gov.br/americanaV5/site_juventude.php?a=institucional_cmj>.
FERNANDES, Crislaine. Coordenadora de Comunicação do CMJ |
A criação da Coordenadoria
de Programas para a Juventude dentro da administração pública estadual surgiu
da constatação da necessidade de uma análise destacada desta faixa etária e a
conseqüente definição de prioridades e abordagens específicas na condução das
políticas públicas voltadas a este segmento.
A Coordenadoria fez, desde
sua criação até 2006, parte da Secretaria da Juventude, Esportes e Lazer
especialmente voltada para a pratica esportiva e o lazer da juventude.
Na atual gestão do governo
(2011 – 2014), a Coordenadoria da Juventude integra a Secretaria de Esporte,
Lazer e Juventude do Estado de São Paulo para promover as mais diversas
políticas públicas, atendendo as especificidades deste público específico,
tanto nas suas características e potencialidades como nas suas necessidades.
Faz-se necessário
ressaltar que focamos um público estrategicamente muito importante em um
cenário de mobilização social, desenvolvimento e mudança – pois quem tem
entre 15 e 29 anos está assumindo responsabilidades de vida, escolhendo
caminhos, e contribuindo para os rumos sociais e políticos de São Paulo. Esta
Coordenadoria age no sentido de facilitar que todas as políticas públicas
necessárias ao pleno desenvolvimento dessa juventude paulista que corresponde
a 10,2 milhões de pessoas num universo de 41,7 milhões de habitantes do
Estado, sejam integradas, saudáveis e eficazes.
Autor: Felipe Rodrigues |
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