domingo, 11 de novembro de 2012

Fichamento 4: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação


Tipo: Manual da 2ª Conferência Nacional de Juventude
Assunto / tema: Direito ao desenvolvimento integral / Juventude e Educação
Referência bibliográfica: BARBOSA, Luísa; ABRAMO, Helena. 2ª Conferência Nacional da Juventude: Conquistar direitos, desenvolver o Brasil! Eixo 1. Direito ao desenvolvimento integral 1.1: Brasília, Movimento, 2011. 10, 11 e 12 p.
O termo política que geralmente considerado ridículo, garante o desenvolvimento integral da juventude, com acesso a educação de qualidade, trabalho, cultura e comunicação com dimensões fundamentais para essa população.
Relacionadas diretamente com processos de formação, experiência, construção de trajetórias e projetos de vida, expressão, manifestação e participação geral na vida social e econômica.
A juventude passa a maior parte do tempo em área escolar, se qualificando desde o ensino fundamental até o ensino superior. Essas qualificações não servem somente para educação e experiência em vida escolar, trata-se de uma maneira estratégica para definir rumos de todo o país das próximas décadas.
 A maior parte dos jovens atualmente são classificados como analfabetos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Entretanto, já possui a coordenação de políticas gerenciadas para tratamento de alfabetização com os cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Citações:
Página:
“A escola, além de um centro de formação humana, cidadã e profissional, é um espaço privilegiado de socialização dos jovens, de desenvolvimento de suas aptidões e sonhos”.
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“Na última década, o Brasil colocou a universalização do acesso à educação básica como prioridade máxima da política educacional. Porém, persistem ainda graves problemas quanto ao financiamento, à qualidade do ensino, disparidades regionais, índices significativos de adesão escolar e analfabetismo entre a juventude”.
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“Para além do acesso e alfabetização, o desafio que se coloca é qualificar a permanência da juventude no ambiente escolar”.
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Local: Manual retirado pelo diretor da PPJ (Políticas Públicas de Juventude)
Karina Borba de Araújo

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Fichamento 3: Conselho Municipal de Juventude, Americana SP


 Site
Conselho Municipal de Juventude de Americana SP
Referência bibliográfica:

SITE DA PREFEITURA DE AMERICANA – GUIA JUVENTUDE.
<devel.americana.sp.gov.br/americanaV5/site_juventude.php?a=institucional_cmj>.

FERNANDES, Crislaine. Coordenadora de Comunicação do CMJ

A criação da Coordenadoria de Programas para a Juventude dentro da administração pública estadual surgiu da constatação da necessidade de uma análise destacada desta faixa etária e a conseqüente definição de prioridades e abordagens específicas na condução das políticas públicas voltadas a este segmento.
A Coordenadoria fez, desde sua criação até 2006, parte da Secretaria da Juventude, Esportes e Lazer especialmente voltada para a pratica esportiva e o lazer da juventude.
Na atual gestão do governo (2011 – 2014), a Coordenadoria da Juventude integra a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo para promover as mais diversas políticas públicas, atendendo as especificidades deste público específico, tanto nas suas características e potencialidades como nas suas necessidades.
Faz-se necessário ressaltar que focamos um público estrategicamente muito importante em um cenário de mobilização social, desenvolvimento e mudança – pois quem tem entre 15 e 29 anos está assumindo responsabilidades de vida, escolhendo caminhos, e contribuindo para os rumos sociais e políticos de São Paulo. Esta Coordenadoria age no sentido de facilitar que todas as políticas públicas necessárias ao pleno desenvolvimento dessa juventude paulista que corresponde a 10,2 milhões de pessoas num universo de 41,7 milhões de habitantes do Estado, sejam integradas, saudáveis e eficazes.



Autor: Felipe Rodrigues

Tirinhas Políticas 3: